Figurinos hollywoodianos no V&A

(Teclado sem acento)

Desculpa - falarei pela terceira vez de um vestido e pela milesima vez de um museu neste blog.

Mas so’ porque O vestido…

…estara’ NO museu.

O longo verde de alcas delicadas que a Keira Knightley usou em Desejo e Reparacao e’ apenas um dos trajes que compora’ a exposicao Hollywood Costumes, no Victoria & Albert, a partir do dia 20 de outubro (o lancamento para a imprensa foi hoje de manha). E talvez provavelmente nem sera’ o mais cotado, dividindo espaco com pecas como o pretinho basico da Audrey Hepburn no Bonequinha de Luxo. Leia mais aqui.

Publicado em Cinema, Cultura, Fashion, Living in UK | Com a tag , , , , | Deixe um comentário

“Real men”

Foi por causa de Midnight in Paris que decidi tentar Hemingham de novo. Há alguns anos, li O Velho e o Mar, mas, ai, não gostei. Achei chato. Talvez tenha que ler de novo. Nessa semana, terminei Paris é uma Festa (A Moveable Feast – The Restored Edition, mais aqui). Sim, ali, encontrei esse Hemingway do filme (or kind of).

Publicado em Cinema, Livros | Com a tag , , | Deixe um comentário

Peace? War. E seus correspondentes

Carro destruído por bomba (primeiro plano) em Bagdá e um "pedaço" das Torres Gêmeas (ao fundo) - Fotos: Melissa Becker

Antes de vir para a Inglaterra, já estava de olho na exposição War Correspondent – Reporting Under Fire Since 1914 - considerada a maior mostra já realizada no Reino Unido sobre correspondentes de guerra -, no Imperial War Museum North, em Manchester. Fica em uma área da cidade que não conheci na minha primeira visita. Ir ao Quays me deu a sensação de visitar outra cidade e, mesmo tendo sido só por algumas horas (e com problemas com cancelamentos e atrasos dos trens na ida e na volta), valeu a pena.

* * *

O prédio

Já tinha visitado o Imperial War Museum London e o Churchill War Rooms, no ano passado. A unidade do Norte foi a única a ser construída para “servir” de museu – as demais, apesar de serem locais maiores, foram adaptadas para a função. E não é qualquer prédio: é assinado por Daniel Libeskind. O vento inacreditável daquele dia, que não me permitia caminhar em linha reta, também não me deixou tirar mais fotos do exterior, nem subir no ponto mais alto para ver a cidade (mais algumas imagens no meu Flickr).

Lowry (esquerda) e Imperial War Museum North (direita)

Libeskind também assina o Jewish Museum Berlin (do qual conheci apenas o jardim)…

Jewish Museum Berlin: motivo para voltar à Alemanha

…e o projeto em andamento para o local onde ficavam as Torres Gêmeas. Fiz um curto tour pelo museu (realizado todos os dias, às 13h30min), e a guia comentou que o prédio foi desenhado para nos sentirmos desorientados dentro dele, perdidos, como as pessoas na guerra – e essa sensação realmente ocorre. Segundo ela, o Jewish Museum também tem essa característica, mas é mais “desorientador” ainda.

* * *

Ferro-velho de guerra

Nunca fui a Nova York, mas posso dizer que vi o que sobrou das Torres Gêmeas. Bem, vi um enorme “pedaço” de ferro retorcido que restou do World Trade Center na área principal de exibição do Imperial War Museum North (confere a primeira foto no início deste post). Segundo o site do local, a peça mede sete metros de altura (seria o equivalente a mais ou menos dois andares, considerando que, em geral, um andar tem 3 metros) e pesa mais de uma tonelada. Mais impressionante ver pessoalmente e pensar na temperatura que deve ter chegado para deixar a estrutura “crispada” daquele jeito. Próximo, os visitantes podem ver o carro destruído por uma bomba em um mercado de Bagdá, em 2007 (no ano passado, estava em exposição em Londres, algumas fotos aqui).

Ferro retorcido do World Trade Center

* * *

War Correspondent

Apesar de haver correspondente em guerra desde a Crimeia, a exposição começa seu relato em 1914 porque é o ano de início do acervo IWM, explicou a guia. E os correspondentes são, claro, britânicos – faces não muito conhecidas pelos trópicos. Mas as dificuldades de repórteres de qualquer nacionalidade nestas situações podem ser bem semelhantes, imagino, embora existam questoes bem peculiares. Entre os diversos vídeos que compõem a mostra, roda um de dicas na hora de fazer as malas antes de seguir para uma região de conflito – muitos dólares americanos em notas pequenas, inclusive. Uma repórter (de quem não descobri o nome) revelou que, na mochila do equipamento, só cabiam seis calcinhas. Mas ela ainda levava um livro de receitas – oi? “Para trazer de volta à humanidade“.

Equipamentos usados para cobrir conflitos são abordados na mostra, com exemplos como um gravador em disco portátil usado na Segunda Guerra Mundial e um “trambolho” com antena para transmissão por satélite usado pela BBC na Guerra do Golfo. Dificuldades de transmissão? Oh, se há. O repórter Brian Hanrahan, cobrindo a Guerra das Malvinas a bordo de um navio para a BBC, mandava imagens de TV por navio, pelo que entendi – e acredita-se que essas dificuldades tecnológicas ajudaram o governo a moldar a forma que o conflito foi retratado na mídia. Neste caso, jornalistas argentinos devem ter tido vantagens pela proximidade dos territórios.

Hanrahan e Kate Adie (na cobertura da Guerra do Golfo) enfrentaram momentos, no ar, em que não podiam revelar fatos devido à censura da inteligência militar, deixando isso claro ao espectator. A Primeira Guerra contou com apenas cinco “correspondentes oficiais”, e está em exposição um texto original do repórter Arthur Moore, do The Times, “batido à máquina” e cheio de cortes e rabiscos do censor. De um dos ternos brancos de Martin Bell (ele só usa roupa dessa cor nas coberturas, por superstição) à bala que ricocheteou na perna de Kate Adie no Golfo (aliás, interessante o número de mulheres nos conflitos, começando com Martha Gellhorn, na Guerra Civil Espanhola), War Correspondent também exibe um Land Rover blindado da Reuters que foi atingido na Faixa de Gaza, em 2006, e a burca que John Simpson usou para entrar disfarçado no Afeganistão, em 2001.

Foi a única área do museu sem permissão para fotografar. War Correspondent pode ser visitada até 2 de janeiro, com entrada franca.

* * *

Os livros

Coisas de vítima de lojinha de museu – resisti à compra, mas copiei alguns dos títulos dos livros relacionados à cobertura de guerra na loja do museu:

> War Correspondent – Reporting Under Fire Since 1850, por Jean Hood (é o livro da exposição, mas cobre um período maior)

> How To Avoid Being Killed in a War Zone – The Essencial Survival Guide For Dangerous Places, por Rosie Garthwaite

Frontline – Reporting from the Worlds Deadliest Places, por David Loyn

Inside the Danger Zones – Travels to Arresting Places, por Paul Moorcraft

> Corsets to Camouflage – Women and War, por Kate Adie

Publicado em Living in UK, Viagem | Com a tag , , , , | Deixe um comentário

Buenos Aires (3) – Y otras cositas más

> Ficamos no Hostel Suites Palermo, no que a recepcionista chamou de “nuestra mejor habitación“. Deve ser mesmo – mas o que o quarto tem de espaçoso, bonito e aconchegante, o banheiro tem de pequeno. E feio. E frio. (“Mas é um hostel, o que se poderia esperar, blah, blah, blah…” Nem sempre, meus amigos. Nem sempre). Mira las fotos:

Quarto - Fotos: Melissa Becker

Móvel antigo e saída para sacada

Final da tarde

Linda porta antiga

Para pendurar casacos

Detalhe da sacada

Vista da sacada de dia

Luzes da cidade

> Quando fomos a Tigre, pegamos o Tren de La Costa na Estação Maipú – mas se eu soubesse o que encontraria por lá, teria ido mais cedo. Puente Maipú (centro de design, decoração e antiguidades) pode ser apenas o início de uma jornada por uma linha com diversas feiras do tipo em um final de semana. Bom, era dia de semana, mas só esse ponto aí já fez a minha alegria fotográfica!

Espelhos e LPs

Livros e tralhas

Curto essas geladeiras

Ladies & gents objects - e até uma bênção em português

Espelhos, partituras e outras páginas

> A escolha para o tango foi simples e básica – Café Tortoni. Fiz MUITAS fotos, preciso dar uma editada – posto aqui apenas uma.

Tango no Café Tortoni

Post anteriores:

> Buenos Aires (1) – Going Out

> Buenos Aires (2) – Museus & um pouco de verde

Publicado em Cultura, Viagem | Com a tag | Deixe um comentário

Buenos Aires (2) – Museus & um pouco de verde

Ao contrário do que o post anterior possa sugerir, fiz outras coisas em Buenos Aires além de comer, ok? Por exemplo, visitei alguns museus:

Museo Nacional de Arte Decorativo - Fotos: Melissa Becker

> Museo Nacional de Arte Decorativo (o que eu mais curti, o prédio é lindo)

Brasileiras berrando ao lado da obra Volumen, no Malba

> Museo de Arte Latinoamericano de Buenos Aires (terceira vez que fui - é sempre bom, mas nunca foi tão bom quanto a minha primeira visita, quando vi uma fantástica exposição do David LaChapelle)

> Museo Nacional de Bellas Artes (demorei para visitar, mas me surpreendeu)

> Museo Histórico Nacional (daquele tipo de museu que deve receber mais visitas de escolas do que de adultos interessados, tem uma sala que se destaca: nela, fica a primeira bandeira argentina e documentos importantes para a independência do país. Escritos a mão, com aquela caligrafia difícil de entender, as cartas foram digitalizadas e podem ser lidos em telas, ampliadas, e com o texto em “arial” ao lado, para acompanhar e comparar o que se consegue decifrar)

> Museo de La Pasión Boquense (na Bombonera mesmo – moderno, muito bem organizado)

Museo de La Pasión Boquense

(Ops: só descobri agora o Museo Nacional de la Historia Del Traje! Será que é bacana? Fica pra próxima)

* * *

Escultura no Jardín Botánico

E também visitamos algumas “áreas verdes” – apesar de ser inverno, deu para curtir o Jardín Botánico e, principalmente, o lindo Jardín Japonés. Achava a idéia meio palha: “Vou ver um jardim japonês na Argentina??” Mas foi um dos locais que mais curti visitar – amplo, bem cuidado. Li que é um dos maiores jardins nesse estilo fora do Japão. A entrada custa 8 pesos. Não provei, mas me recomendaram muito o sushi do restaurante do local.

Jardín Japonés

Tigre era uma cidade que eu queria visitar desde a minha primeira visita à Argentina. Dessa vez, pensei: “Vai ter que dar de qualquer jeito!”. E deu – deu para descobrir que não vale a pena visitar o local no inverno.

Ok, alguém estava se divertindo em Tigre no inverno...

O passeio de trem de Buenos Aires até a cidade, o passeio de barco para a região das ilhotas (fomos para Trés Bocas), a mata… Tudo combina perfeitamente com um lindo dia de sol, quando as plantas estiverem verdinhas e o céu azul (e a cidade é mesmo um destino de veraneio). No inverno, fica uma paisagem muito sem vida, melhor aproveitar o dia para mais um museu e um café em Buenos Aires. Deixe para visitar Tigre no verão. Você vai me agradecer.

 

Publicado em Arte, Cultura, Fotografia, Viagem | Com a tag | 1 Comentário

Buenos Aires (1) – Going Out

Mesas de Buenos Aires - Photos: Melissa Becker

Com carne excelente e cafés irresistíveis, Buenos Aires se tornou destino de turismo gastronômico. Não me entenda mal: a cidade tem muito mais para ver y vivir, mas a hora de escolher um local bacana para almoço, janta ou um simples pit stop faz parte do roteiro (com a vantagem da baixa cotação do peso). Aí vai uma lista de lugares que fui – e de outros que ficou para a próxima – na capital portenha:

> El Francés Bristô (Gorriti, 5099, Palermo Soho) – Conduzidos por um portenho, a intenção era ir ao very posh Casacruz (Uriarte, 1658), mas demos de cara em suas enormes portas douradas: estava fechado naquela noite de domingo. Seguimos, então, ao El Francés, que amenizou a frustação permitindo que a gente consumisse um Alamos Malbec 2010 antes das 21h, quebrando a lei seca – era o dia das primárias da última eleição que reelegeu Cristina Kirchner à presidência. Minha escolha foi um ojo de bife (eu sei, não foi uma escolha criativa em um restaurante francês, embora com uma carta claramente feita para o gosto argentino) e, para sobremesa, fui de Creme Brûlée de Baileys (onde acharei outro local que tenha essa delícia?).

Lelé de Troya

Lelé de Troya

> Lelé de Troya (Costa Rica, 4901, esquina Thames, Palermo) – De ambientes com cores saturadas, a decoração chama a atenção (o espaço vermelho, da foto acima, pode ser cenário de um jantar bem romântico, mas também há mesas ótimas para se ir com um grupo de amigos). O cardápio é bem variado, mas a maratona carnívora pediu uma pausa. Por isso, fui de Salada Mix Mediterrâneo (foto abaixo), e ainda serviram uma cesta de pães com um dipping que me pareceu um purê de cenouras com algum ingrediente que geralmente tempera curries (cominho, talvez. A tentar em casa, uma hora dessas).

.

Salada do Lelé de Troya

> Café Tortoni (Avenida de Mayo, 825) - Como não ir ao clássico, sendo que eu adoro um café? E adoro esse café, em específico? Pena que nem Porto Alegre, nem Birmingham tenham um espaço tipo Café Tortoni ou Confeitaria Colombo. Para um almoço light (em quantidade, não em calorias, é verdade), fui de Tostada Tortoni, uma torrada com tomates, ok. Para chocólatras, impossível não querer experimentar de novo o churros con chocolate espesso.

Churros con chocolate en Café Tortoni

Café Tortoni

Maquinário da Buller

Buller Brewing Co. (R. M. Ortiz, 1827, Recoleta) – Primeiro brew pub (isto é, que produz sua própria cerveja) de Buenos Aires, aprovado por John. Saindo do Cemitério da Recoleta, fomos almoçar ali. Pedi um simples Chivito Uruguayo (churrasquito con lechuga y tomate), mas a diversão mesmo ficou com os samplers das cervejas da casa (por 35 pesos). Na dúvida, provamos um pouco de cada: Light Lager, Hefeweissen, Honey Beer (novidade pra mim, e essa era muito boa), Oktoberfest, India Pale Ale e Dry Stout – e ainda recebemos de “brinde” a prova de uma Porter, para completar a degustação.

.

Um pouquinho de cada

Tacos y burritos en Xalapa

> Xalapa (El Salvador, 4800, Palermo Viejo) – Restaurante mexicano com melhor “clima” até hoje, decoração como o de uma vila típica (ok, talvez eu deva ir ao México para checar). Como couvert, nachos com molho picante. John segue na busca de um burrito melhor do que ele comeu em San Francisco, pois não foi neste restaurante em Buenos Aires que ele encontrou. Para os temerosos da pimenta, como eu, a sugestão foi tacos de pollo con guacamole, tão simples, mas superando expectativas. E fazia tempo que eu não bebia margaritas… Na sobremesa nada mexicana, descobri que os argentinos conseguem turbinar um pudim de leite condensado (flan) com duas colheradas daquele dulce de leche. Por Diós!

Glicose na veia depois das margaritas: flan con dulce de leche do Xalapa

> La Continental Pizzas y Empanadas (Defensa, 701, San Telmo) – Fui tirar foto com a Mafalda em San Telmo, e a fome apertou. A personagem, até agora, o John não faz ideia de quem seja, claro – mas ele já havia provado empanadas e estava a fim de repetir. Vi no site que La Continental é uma rede com várias endereços por Buenos Aires, lugares certo para comida boa e barata, mas acredito que a de San Telmo seja a mais charmosa. Combinações de ingredientes simples, mas não muito comuns nos cardápios brasileiros, agradaram: empanadas de queijo com cebola, de carne e de frango, além de uma pizza de queijo, presunto e pimentões.

Entrada para o bar do Milión

Milión

> Milión (Paraná, 1048) - No topo do meu roteiro desde o primeiro dia, acabei indo na última noite, para drinks de despedida e petiscos. Fica em um casarão antigo, daqueles de arquitetura francesa, com espaço para restaurante e para bar, e um jardim que deve ser perfeito para um final de tarde de verão. É bem movimentado: para garantir uma mesa com tranquilidade, o melhor é reservar. A caipirinha custa 41 pesos (no Lelé de Troya, para comparar, a taça de vinho saiu por 20 pesos!). Experimentamos barinhas de muzzarela com molho mediterrâneo, croquetes crocantes e cremosos de queijo e frango crocante com salada Luisiana no bar.

.

No bar do Milión

Jardim do Milión, vazio em uma noite de inverno

> O peruano ali da esquina (Charcas, esquina Godoy Cruz) – Um dos restaurantes mais próximos do hotel que ficamos, via o nome todos os dias, e agora simplesmente não lembro e não conseguir encontrar na internet, nem no Guía Óleo. Já estava nos meus planos experimentar um restaurante peruano em Buenos Aires (justamente porque só tinha ouvido falar de ceviche até esse dia), mas esse restaurante não tem esse detalhe escrito na fachada. Entramos por acaso. Fui descobrir que era um peruano enquanto saboreava um ótimo arroz chaufa e conversava com o cozinheiro – sem trabalho após preparar os pratos dos únicos clientes (nós!), ele foi assistir TV e, “do nada”, começou a falar da comida peruana. Preço camarada.

Não fui, mas quero ir

> Casacruz, já mencionado no tópico sobre o El Francés

> Te Mataré Ramirez, o restaurante afrodisíaco, com um nome sensacional

> Confitería Ideal, mais popular nos guias de viagens gringos do que o Café Tortoni, provavelmente por causa das aulas de tango (e, pelas fotos, o prédio e a decoração parecem ser mais imponentes)

E um link interessante aqui, que esmiúça as diferenças dos cafés servidos em Buenos Aires (com infográfico!)

Publicado em Viagem | Com a tag | 3 Comentários

O vestido verde de Desejo e Reparação

Jurava que já tinha publicado aqui um post só sobre o vestido verde que Keira Knightley usa em Desejo e Reparação, com uma foto enorme e talz. Não consegui encontrar pela busca (UPDATE: achei! Tá aqui, no “London Me antigo”). O fantástico figurino é esse:

Lembrei dele porque a TopShop está colocando nas araras esse vestido esmeralda abaixo -que não é tão bonito, tem mais alças e apenas a cintura é marcada, e não os quadris (aliás, o drapeado está meio mal feito ou será que no corpo melhora?), mas me lembrou imediatamente o vestido da Keira. Custa 175 libras:

E porque o filme é muito bom, vale rever o trailer:

Publicado em Cinema, Fashion | Com a tag , , | 1 Comentário

Montevideo, 6h23min

Publicado em Fotografia, Living in UK | Com a tag , , | Deixe um comentário

Taste of Autumm

Publicado em Fotografia, Living in UK | Com a tag , , | Deixe um comentário

Do mercadinho indiano

Nada mais Britishdo que gostar de comida indiana. Restaurante e lojinhas não atendem apenas a comunidade – e lá fomos nós, uns 20min de carro, para um específico mercadinho na região de Hall Green, em Birmingham. Foi isso que compramos para acurry night.

Acima, “pappadums” ou “poppadoms”, uma massa finíssima e crocante servida como entrada, com dippings como chutney, iorgurte natural misturado com molho de menta (meu preferido) e tomate, cebola e coentro picados.

Cassava chips - é difícil achar qualquer coisa de aipim por aqui

Chutney de tamarindo

Doces indianos (incluindo até uma rapadura indiana)

Cerveja Cobra

Pimenta para o chá

Para o curry: coentro moído, sementes de cardamomo e garam masala

Gujarati: um mix de coisas das quais só reconheci amendoim e puffed rice, para petiscar

Publicado em Cultura, Living in UK | Com a tag , | Deixe um comentário